As 15 principais tendências de tecnologia para 2018


Matéria de 2017 feita pela Época previa algumas tendências. Elas se confirmaram?

No final de 2017, a Época Negócios divulgou uma matéria que deixou os menos avisados de cabelo em pé. Ela tratou das 15 principais tendências de tecnologia para este ano. Passados 5 meses dessa publicação, e tendo em vista o que já se caminhou na direção da inovação, tecnologia e transformação de panoramas, será se elas realmente vêm se confirmando?

  1. Os carros se tornarão um serviço por assinatura

O usuário paga um valor mensal e dirige o carro quanto quiser. O pacote geralmente inclui seguro e manutenção. Tanto as grandes empresas automobilísticas quanto as startups estão desenhando modelos de “assinatura” para veículos.

  1. Uma corrida global pela supremacia em chips para inteligência artificial

Em 2017, houve uma verdadeira explosão de aplicativos de inteligência artificial, desde os que reconhecem rostos até os que detectam doenças. Mas quais serão os chips que suportarão o processamento dessa tecnologia? China e Estados Unidos estão em uma corrida para despontar nesse segmento. Hoje, a empresa líder em chips para processamento de inteligência artificial é a americana NVIDIA.

  1. O crescimento de comunidades online 

Vídeos ao vivo já eram populares, mas eles não eram exatamente interativos. Mas o recente sucesso da HQ Trivia indica o que está por vir em 2018. O videogame em tempo real é transmitido duas vezes por dia, uma vez pela manhã e uma vez de tarde, desafiando jogadores a entrarem e a responderem a perguntas de forma rápida por um prêmio em dinheiro.

  1. Uma grande repatriação de recursos de empresas de tecnologia dos EUA

Uma lei fiscal dos Estados Unidos permitirá que grandes corporações levem de volta a suas sedes os lucros obtidos em outros países a uma taxa de imposto menor, de 15,5%. Para empresas como Apple, Oracle, Alphabet e Microsoft, isso permite a repatriação de bilhões de dólares. 

  1. Fusões, aquisições e parcerias internacionais chamam a atenção dos reguladores

Ainda que a indústria de tecnologia muitas vezes se comporte como se não houvesse fronteiras, isso está mudando. Em 2017, o governo norte-americano barrou dois acordos com empresas estrangeiras envolvendo companhias de semicondutores e a China. O mais recente foi o bloqueio da aquisição da Semiconductor Corporation por um investidor chinês.

  1. As pessoas passam a levar a cibersegurança a sério

Escândalos envolvendo Equifax, Uber e Yahoo, os grandes ataques hackers de 2017, mostraram que há pouca garantia de que uma empresa possa proteger os dados de seus consumidores. E, uma vez vazados, as informações são praticamente impossíveis de rastrear. Com isso, muitos internautas começaram a buscar serviços e programas que os ajudem a manter seguros seus dados.

  1. Computação em nuvem paga por segundo

Há alguns meses, a Amazon criou um sistema de cobrança por segundo para alguns serviços de sua divisão Amazon Web Services. Isso significa que os usuários podem acessar ferramentas específicas por um preço baixo. Isso, claro, teve repercussão na indústria como um todo. Rapidamente o Google seguiu a Amazon, criando um modelo similar para mais serviços na nuvem. Recentemente, outras empresas especializadas fizeram o mesmo.

  1. O futuro fitness está se afastando da academia

O mundo fitness está mais tecnológico e acessível. Graças a algumas tendências, para se manter em forma, uma pessoa não precisa mais ir à academia. Em primeiro lugar, estão os dispositivos conectados, como bicicletas que acompanham o desempenho do usuário. Outra tendência é o compartilhamento de vídeos ao vivo com amigos ou com um personal trainer, ou ainda de aulas de ginástica para que as pessoas acompanhem em casa.

  1. Pílulas inteligentes que fazem diagnósticos

Em novembro, a FDA (órgão do governo americano para regulação de alimentos e medicamentos) aprovou a venda da primeira pílula inteligente do mercado. O produto é uma versão com sensores de um remédio para esquizofrenia e transtorno bipolar chamado Abilify. O remédio sinaliza quando foi ingerido, e a informação é enviada ao paciente, ao médico ou ao cuidador responsável.

  1. Produtos tecnológicos para pets

Em 2015, a Samsung lançou a Dream Doghouse, uma casinha tecnológica para cachorros, com um aparelho para alimentar automaticamente o pet, um tablet, grama falsa e uma piscina para hidroterapia. Este ano, o mercado de produtos tecnológicos para animais de estimação cresceu.

  1. Varejo invade novos espaços

As lojas físicas provavelmente serão mais descentralizadas, saindo das grandes lojas convencionais e de shoppings para novos nichos. Pense em lojas sem atendentes, em produtos que chegam de Uber na sua casa e em máquinas.

  1. Hologramas se tornam um formato de realidade aumentada

A realidade aumentada está começando a criar aplicações reais para hologramas e a responder a algumas questões de como implementar essa tecnologia. Uma possibilidade é projetar hologramas a partir de smartphones — algo que a Apple já começou a explorar. A empresa já registrou a patente de uma tecnologia que poderia projetar imagens no ar.

  1. As impressoras 3D deixam de ser novidade e se tornam uma ferramenta essencial para a indústria

Quando os primeiros objetos criados por impressoras 3D foram lançados, tinham um objetivo distante: a tecnologia poderia ajudar a substituir as cadeias de produção longas e espalhadas. A promessa era reduzir os custos com pessoal, eliminar erros humanos, diminuir os resíduos e eliminar os gastos com transporte. Graças à adoção das impressoras 3D por grandes varejistas e fabricantes de equipamentos, esse sonho está se tornando uma realidade.

  1. A tecnologia ajuda a melhorar o cuidado com idosos

A tecnologia começou a ser usada em peso no cuidado com idosos. Várias empresas já lançaram robôs de companhia. Eles podem ajudar a lembrar de tarefas como a consulta ao médico ou o horário de tomar um remédio.

  1. Grandes empresas de tecnologia atuando no setor imobiliário

O crescimento de empresas de tecnologia está começando a mexer nos preços das moradias próximas às suas sedes. O custo subiu tanto que algumas companhias precisam dar auxílio aos funcionários para que eles possam pagar o aluguel. Em julho de 2017, o Google gastou cerca de US$ 30 milhões para comprar 300 casas pré-fabricadas para seus funcionários. No mesmo mês, o Facebook também revelou seus planos para um campus em Menlo Park, na Califórnia.

Veja a matéria completa em https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2017/12/15-principais-tendencias-de-tecnologia-para-2018.html

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