3 fatores para os CEOs de seguros terem bons resultados em 2019


Segundo a consultoria Everis, empresas do setor precisam focar em transformação digital para tornar processos mais ágeis e inteligentes

A consultoria Everis realizou recentemente um estudo sobre os principais fatores que determinarão o futuro do setor de Seguros no Brasil e em outras economias da América Latina.

Segundo o sócio da Everis, Roberto Ciccone, responsável pela Prática de Seguros na região Américas, “é importante apresentar aos CEOs das seguradoras fatores identificados que serão determinantes para o sucesso nos negócios neste e nos próximos anos”.

Confira abaixo três fatores que podem ajudar esses executivos a obterem bons resultados em 2019, de acordo com a Everis.

1-Fornecer uma experiência 100% digital – Ou seja, dar ao cliente as ferramentas necessárias para que faça subscrição, incorporação, assinatura digital e inicie os sinistros on-line, além de possibilitar que faça sugestões e reclamações on-line.

Quanto mais o cliente interagir digitalmente com a empresa, mais rica se tornará a base de dados, o que permitirá à empresa ter um perfil mais completo e assertivo de cada um dos seus consumidores e, por consequência, a criação e oferta de produtos mais personalizados.

2-Reforçar os canais digitais – Segundo a consultoria, isso inclui desde utilizar robôs para fazer aproximação entre o segurado e o corretor até oferecer escritórios phydigitais (físico + digitais) em sua rede de agências.

Apenas assim, aponta a Everis, será possível identificar necessidades diferenciadas para experimentar novos produtos – ou seja, seguros peer-to-peer (P2P), microsseguros ou seguros sob demanda e soluções de cibersegurança baseados em IoT.

3-Adotar um programa de transformação cultural – A ideia é incentivar o público interno e da cadeia de valor a empreender, viabilizar o conceito de agilidade no negócio e fazer gestão inteligente do conhecimento.

“Desta forma, é possível investir em uma organização ambidestra, que observa diferentes tendências para construir cenários potenciais e explorar modelos de incubadoras de projetos e de colaboração com startups a fim de inovar e destacar-se da concorrência, enquanto continua mantendo a operação”, explica Ciccone.

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